segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Waldemar Petrônio de la Mancha

Esse é o Mancha!
Na verdade, o título da postagem é um nome muito grande pra uma criatura de tão baixo pedigri. Quem o vê, quietinho no cesto preparado só pra ele, nem imagina que ele dormia assim depois de receber uma coça da fauna no derredor da casa, no Bela Vista, em Caxias. Ele ficou fora dois dias, sem dar sinal de vida (custava telefonar pra dizer que voltaria tarde?!!!), e, quando voltou, estava semi-acabado. Tinha até marca de freada de pneu no lombo. Ao entrar em casa com passinhos de bêbado, olhou pra mim e disse (em gatês traduzido, claro):
- Guto, meu querido, não queira estar na minha pele. Eu vi a cara do demônio na noite passada. E ela não é bonita...
Dito isso, desmaiou e ficou outros dois dias na posição em que a foto foi batida. Lógico que levou banho antes disso.
Suponho que na minha ausência, o Mancha vai tornar-se senhor inconteste do chateau do Bela Vista, uma vez ser eu o único que lhe opunha alguma resistência. Eta, gato sortudo: só comer, rezar, amar. O desclassificado só come ração, e das marcas mais caras. Reza sempre pra Santa Márcia, pois ela foi quem o tirou do futuro incerto de quando pequeno, pois vivia no meio de cachorros enormes que o detestavam. Amar? Bem, creio que Mancha ama. Mas de um modo diferente do tradicional, a final... depois da farra dos dois dias fora (era uma rave!), tivemos de "desbolá-lo", senão não demorava nada e já tinha uma gata cheia de filhotes na porta alegando ser ele o pai...

Um comentário:

  1. Aqui é o Chico quem comanda quando eu tô fora. Sujeitos sorrateiros...

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